Deixo de viver, volto a escrever...
Este sim é o meu irremediável fado, a escrita a sua única companheira...
E esta foi a derradeira forma que encontrei para lutar por ti e pelo que sinto por ti.
Dificilmente irei conseguir compreender a forma como não lutaste, a forma como me obrigaste a tomar a decisão de sair. Pensava que alguém que vê partir o seu amor iria lutar por ele, iria procurar não o perder. Se ao menos as lágrimas que soltaste pudessem criar um oceano onde eu tivesse de te salvar, se ao menos tivesses nem que por instantes a capacidade de reconhecer e acreditar que iriamos conseguir.
Lembras-te quando te disse que sentia que a nossa relação era como um automóvel a grande velocidade sem travões, crash bum bang... caímos, perdemos e estamos prestes a morrer, só porque não foste capaz de me impedir de saltar.
deixei para trás tudo o que era material, desprendi-me de tudo pois nada faz sentido sem ti, entre palmela e lisboa procurei o melhor para a beta e um abrigo para mim.
Não consigo ligar as ideias, e não é apenas porque não escrevo há mais de um ano, estou perdido, perdido sem ti, sem mim sem nós.
Custa-me aceitar que o nosso amor já estivesse esgotado, não pode ser, ainda devemos conseguir voltar a ligar sonhos e a definir um presente com futuro,
não consigo, desisto, não consigo escrever...
fran
E esta foi a derradeira forma que encontrei para lutar por ti e pelo que sinto por ti.
Dificilmente irei conseguir compreender a forma como não lutaste, a forma como me obrigaste a tomar a decisão de sair. Pensava que alguém que vê partir o seu amor iria lutar por ele, iria procurar não o perder. Se ao menos as lágrimas que soltaste pudessem criar um oceano onde eu tivesse de te salvar, se ao menos tivesses nem que por instantes a capacidade de reconhecer e acreditar que iriamos conseguir.
Lembras-te quando te disse que sentia que a nossa relação era como um automóvel a grande velocidade sem travões, crash bum bang... caímos, perdemos e estamos prestes a morrer, só porque não foste capaz de me impedir de saltar.
deixei para trás tudo o que era material, desprendi-me de tudo pois nada faz sentido sem ti, entre palmela e lisboa procurei o melhor para a beta e um abrigo para mim.
Não consigo ligar as ideias, e não é apenas porque não escrevo há mais de um ano, estou perdido, perdido sem ti, sem mim sem nós.
Custa-me aceitar que o nosso amor já estivesse esgotado, não pode ser, ainda devemos conseguir voltar a ligar sonhos e a definir um presente com futuro,
não consigo, desisto, não consigo escrever...
fran
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1 Comments:
Novamente estou aqui para lhe desejar muita felicidade nessa nova página em tua vida.
Feliz aniversário!
Abraços de sua amiga,
Kelly (Brasil)
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Anonymous, at 1:00 AM
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