Tantas Palavras...
Brincar sem comprometer, tocar sem se deixar afectar, sem perder as suas seguranças. Querer sentir que se ama sem pretender correr riscos pessoais...
Amar muito mas com medo de compromissos, tentar ajudar sem se querer envolver, deixa-me fazer-te sonhar mas amanhã não voltes...
Tanta ousadia perdida e irreal, como poderá alguém dizer que ama outro?
Tantos são aqueles que vivem toda uma vida na insegurança que outrora criaram.
Aceitando o amor como um jogo perdem-se em fragilidades, etapas que tentaram saltar, medos premeditados, hoje protegidos a sete chaves. Em estado latente criam insegurança e receio, aniquilam a relação e a conta gotas dissolvem e ainda obrigam a assistir conformados à mais dura realidade da sua vida...
...Aceitar que não sabem amar...
Amar é deixar, é querer que o peso da outra pessoa passe para nós, uma transferência, daí a necessidade de saber antes de cada acto de amor se estamos à altura.
Quando amamos abraçamos a fragilidade, daí tantas pessoas quererem guardar uma certa distância, sob pena de em algum momento sentirem o peso do outro...
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1 Comments:
palavras tão certas que não poderiam ser escritas por outra ordem.
é pena que a teorização das coisas não facilite a aplicação prática...
** =)
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Anonymous, at 9:16 PM
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